PRODUTOS: AMBIÊNCIA SOCIAL
Avaliação de Sistemas de Ensino

Veja um esquema do Processo de Avaliação de Sistemas de Ensino.

A atuação da Herkenhoff & Prates na Avaliação de Sistemas de Ensino tem duas vertentes: (i) o planejamento a e execução das atividades para avaliar o desempenho acadêmico dos alunos, avaliação da gestão escolar, avaliação do currículo proposto ou intencional e a avaliação docente, a partir de documentos-marco, até programas de treinamento dos recursos humanos para compreender os resultados das avaliações; (ii) o planejamento e a execução de atividades para desenvolver um Sistema de Avaliação que pode constar de quatro componentes: avaliação do desempenho acadêmico, avaliação da gestão escolar, avaliação do currículo proposto ou intencional e avaliação docente na perspectiva de encaminhamento de atividades pontuais de capacitação, a partir da definição de estandares de qualidade para cada um dos componentes e a elaboração de documentos-marco contextualizados segundo as especificidades de cada região geográfica, até programas continuados para monitoramento da qualidade da educação.


Para cada uma das duas vertentes, pode-se executar todo o processo ou etapas específicas, o que permite aos clientes planejar as suas atividades conforme os seus interesses e necessidades, orçamento e agenda.

Algumas atividades da primeira vertente (avaliação):

  • Elaboração do marco teórico da avaliação.
  • Definição de estandares de qualidade.
  • Elaboração das matrizes de referência.
  • Elaboração das tabelas de especificação dos instrumentos (provas e questionários).
  • Elaboração de itens de prova e questionários.
  • Pré-teste dos instrumentos (provas e questionários).
  • Aplicação dos instrumentos (provas e questionários).
  • Constituição e depuração das bases de dados.
  • Análise dos dados.
  • Construção e interpretação de escalas de desempenho.
  • Programas de treinamento dos recursos humanos para compreensão dos resultados.

Algumas atividades da segunda vertente (criação de um Sistema de Avaliação):

  • Planejamento estratégico.
  • Definição de estandares de qualidade para cada um dos componentes do Sistema de Avaliação.
  • Definição dos documentos-marco para cada um dos componentes do Sistema.
  • Definição dos indicadores que fazem parte de cada um dos estandares de qualidade, para cada um dos componentes do Sistema.
  • Definição dos instrumentos orientadores para a população a ser avaliada, de cada um dos componentes do Sistema (Marcos de Referência).
  • Programas de treinamento dos recursos humanos disponíveis, para elaboração dos instrumentos, para compreensão dos resultados e para o monitoramento das avaliações.
  • Programa continuado de melhoria da qualidade da educação.

Avaliação de Sistêmica

A Avaliação Sistêmica é o processo de pesquisa e aprendizagem sistemático e progressivo para identificar os aspectos que atendem ou não aos padrões ou estandartes de qualidade ou excelência de programas sociais ou institucionais. Inclui o planejamento e a execução de atividades, desde a definição das características a serem avaliadas, até a proposta de ações para a melhoria da qualidade, tais como:

  • Avaliação da implementação de programas sociais.
  • Elaboração de projetos sociais.
  • Programas de treinamento.
  • Programas de melhoria da qualidade da Educação.

A seguir apresenta-se as principais fases abrangidas em um processo de avaliação.

  • Especificação do teste

    Um teste pode avaliar conhecimento construído ou verificar outros elementos, como a influência de uma política adotada por algum setor, por exemplo.

    O assunto a ser testado é definido e estruturado, de forma a facilitar a operacionalização dos testes de conhecimento ou de outras coletas de dados.

    Os temas ou tópicos de interesse do estudo definem e dimensionam os instrumentos necessários ao processo (provas, dissertações, questionários, entrevistas, grupos focais, entre outros).

    A matriz de referência curricular, a matriz de especificação do teste e a especificação de instrumentos de coleta de dados são criados para compor o acervo de recursos tecnológicos para essa finalidade predeterminada.

  • Construção do Item

    Partindo das Matrizes de Especificação, os itens são elaborados nos tipos e quantidades definidos, podendo ser construídos nas formas oral, escrita ou eletrônica.

    Os itens contemplam questões discursivas com respostas curtas ou longas, resposta graduada (escalas Likert), resposta nominal (questionários convencionais) e itens de múltipla escolha.

    Especialistas das áreas envolvidas são reunidos em oficinas de elaboração de itens e de instrumentos, de modo a possibilitar maior interação e análise crítica dos itens e instrumentos construídos.

    Profissionais da instituição atendida são convidados a participar dessas Oficinas, que se constituem em um proveitoso momento de formação, além de enriquecer as Oficinas com elementos próprios da cultura do cliente.

    A qualidade dos instrumentos é assegurada pelas revisões técnicas, pedagógicas e lingüísticas feitas por profissionais de reconhecida competência nas áreas envolvidas.

  • Pré-testagem
  • A fidedignidade e confiabilidade dos resultados são garantidas pela aplicação de Pré-Testes e Testes Piloto em amostras de indivíduos da população em estudo ou de população equivalente.

    Esses pilotos permitem revisar e selecionar os melhores itens, desenhar os instrumentos a serem aplicados, antecipar problemas de logística, bem como estabelecer estimativas seguras de tempo e custos de aplicação.

  • Aplicação do Teste

    Técnicas estatísticas de uso reconhecido são utilizadas para definição de amostras, se for o caso.

    Bases de dados estruturadas e constituídas de forma a garantir a integridade das informações, orientam a reprodução, o empacotamento e a distribuição dos instrumentos.

    Ambiente Virtual adequado suporta o acesso em tempo real às bases de dados, bem como monitoram a aplicação dos instrumentos pertinentes.

    Equipes treinadas encarregam-se da aplicação de testes, dos questionários, das entrevistas ou de outros instrumentos de coleta de dados. A critério do contratante, profissionais de seu quadro podem participar ou conduzir a aplicação, sendo, para isso, devidamente capacitados.

    Experiência acumulada ao longo de 24 anos nos permite realizar aplicações de testes em populações grandes e diversificadas, dispersas nas mais variadas regiões geográficas.

  • Constituição das bases de dados

    Dependendo da forma como os dados foram coletados, procedimentos computacionais diversos são executados para a inserção em bases de dados, tais como transcrição manual ou eletrônica de sons e vozes, tratamento de imagens, digitação, leitura ótica ou digitalização de formulários.

    Restrições de integridade de domínio, referencial e funcional sobre os dados coletados garantem a consistência das informações e a fidedignidade dos dados inseridos no banco de dados.

    Estatísticas multivariadas e técnicas de “Data Mining” apontam dados discrepantes e padrões recorrentes, indícios de possíveis vieses na aplicação dos instrumentos ou nos registros de resultados.

    Igualmente importante é manter o registro individualizado dos dados, com resultados detalhados, conforme as especificações do teste, de modo a permitir que cada indivíduo tenha parâmetros para sua auto-avaliação.

  • Análise dos dados
  • O objetivo principal da coleta de dados e informações é fornecer subsídios para o processo de aquisição de conhecimento sobre um determinado sistema.

    Esse conhecimeno permite identificar os pontos de excelência e aqueles que necessitam de melhoria no sistema em estudo, com indicações de ações eficazes de melhoria.

    Classificação e agrupamento de dados, análise de correlações entre variáveis e de fatores influentes e seus efeitos, modelos lineares (univariados, multivariados e hierárquicos) são parte do ferramental estatístico aplicados aos bancos de dados e informações para aquisição deste conhecimento.

  • Construção e interpretação de escalas
  • As avaliações sistêmicas permitem definir níveis de desempenho do sistema expressas por meio de índices ou valores numéricos.

    Esses índices e valores são distribuídos ao longo de uma escala, em que cada nível ou subdivisão é associado a um estágio específico ou a uma categoria de desempenho.

    Dessa forma, acompanha-se a evolução ao longo do tempo do sistema ou de seus componentes, monitorando-se os indicadores específicos das características de interesse.

  • Planejamento de Melhorias

  • A etapa de diagnóstico do sistema aponta para ações corretivas, visando o seu crescimento.
    Tais ações devem ser avaliadas conforme a demanda de recursos humanos, materiais e tempo de execução, e priorizadas, segundo critérios de urgência, gravidade e tendência, para que possam ser implementadas.

    Diagramas de causa e efeito, gráficos de Paretto e análise hierárquica de projetos constituem-se em eficientes ferramentas de decisão aplicadas nesta etapa.

    São elaborados programas e qualificadas as equipes para que estejam aptas a implementá-los. Os resultados alcançados são constantemente acompanhados.

  • Recursos Humanos

    O maior patrimônio de uma instituição é o seu quadro de recursos humanos e a percepção disso deve nortear suas diretrizes e ações, particularmente a avaliação sistêmica.

    Nesse contexto, a avaliação sistêmica deve se constituir em uma ação mobilizadora das idéias e ações dos indivíduos, convocando-os a participar ativa e construtivamente do processo avaliativo.

    Programas de capacitação, voltados para os pontos críticos diagnosticados e envolvendo as aspirações de gerentes e técnicos devem ser implementados, além de medidas de estímulo para os indivíduos envolvidos com os projetos institucionais.


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